Contratura de Dupuytren — Tratamento em São Paulo
A contratura de Dupuytren (doença de Dupuytren) afeta 3-6% da população geral (Fonte: Lanting R et al., Plastic and Reconstructive Surgery, 2014) e até 30% em populações escandinavas (Fonte: Gudmundsson KG et al., Journal of Clinical Epidemiology, 2000). É 7 vezes mais comum em homens (Fonte: Hindocha S et al., Hand Clinics, 2009). Cordões fibrosos se formam sob a pele da palma e puxam os dedos para baixo. O Dr. Marcelo Teixeira realiza fasciectomia (padrão-ouro) para restauração funcional, com taxa de recorrência de 20-60% dependendo da diátese (Fonte: Denkler K, 2010).
Sintomas da Doença de Dupuytren
- Nódulos na palma — Pequenos caroços indolores, primeiro sinal da doença
- Cordas visíveis — Cordões fibrosos sob a pele, da palma aos dedos
- Contratura dos dedos — Incapacidade de esticar completamente um ou mais dedos
- Dificuldade funcional — Problemas para lavar o rosto, colocar a mão no bolso ou usar luvas
Opções de Tratamento
- Observação — Casos iniciais sem contratura podem ser acompanhados
- Fasciotomia percutânea — Ruptura da corda com agulha no consultório, para contraturas leves
- Fasciectomia (cirurgia) — Remoção do tecido doente. Tratamento mais eficaz e duradouro. Duração: 60-120 minutos. Recuperação: 4-8 semanas.
Perguntas Frequentes
- Quando devo operar?
- O momento ideal é quando a contratura se torna um problema funcional — quando você não consegue mais colocar a mão espalmada sobre uma mesa (teste de Hueston).
- A doença de Dupuytren pode voltar após a cirurgia?
- Sim, a doença tem natureza recorrente. A cirurgia não cura a doença, mas trata a contratura. A fasciectomia cuidadosa oferece o resultado mais duradouro.