Fraturas da Mão e Punho — Tratamento Especializado em São Paulo
Fraturas da mão e punho representam 15-25% de todas as fraturas atendidas em emergências (Fonte: Chung KC et al., Journal of Hand Surgery, 2001). A fratura do rádio distal é a mais comum do membro superior (Fonte: AAOS). A fratura do escafoide corresponde a 60-70% das fraturas do carpo (Fonte: Hove LM, Scandinavian Journal of Plastic Surgery, 1999). O Dr. Marcelo Teixeira utiliza técnicas modernas de fixação interna para restauração anatômica precisa.
Sintomas de Fratura na Mão ou Punho
- Dor intensa e imediata — Dor aguda no local da lesão que piora com movimento
- Inchaço e hematoma — Aumento de volume e manchas roxas após o trauma
- Deformidade visível — Punho ou dedo pode parecer torto ou fora do lugar
- Incapacidade funcional — Dificuldade ou incapacidade de mover o punho ou dedos
Opções de Tratamento
- Tratamento conservador — Imobilização com gesso ou tala para fraturas estáveis e sem desvio
- Redução fechada — Recolocação do osso no lugar sem cortes, seguida de imobilização
- Fixação cirúrgica — Placas, parafusos ou fios de Kirschner para fraturas com desvio. Duração: 60-180 minutos. Recuperação: 6-12 semanas.
Perguntas frequentes
- Como saber se quebrei a mão ou é só uma torção?
- Fratura costuma dar dor intensa e imediata, inchaço rápido, hematoma e dificuldade ou impossibilidade de mover o dedo ou o punho; deformidade visível praticamente confirma. Torção melhora em poucos dias. Dor que persiste além de 48–72 horas após o trauma, principalmente na base do polegar, exige raio-X: a fratura do escafoide costuma passar despercebida.
- Toda fratura da mão precisa de cirurgia?
- Não. Fraturas estáveis e sem desvio são tratadas com gesso ou tala. A cirurgia é indicada quando há desvio, instabilidade, acometimento articular ou fratura exposta — nesses casos a fixação com placas, parafusos ou fios de Kirschner restaura o alinhamento e permite reabilitação precoce.
- Quanto tempo demora a recuperação de uma fratura no punho?
- A consolidação óssea leva em média de 6 a 12 semanas. O retorno às atividades depende do tipo de fratura e do tratamento: fraturas estáveis imobilizadas costumam liberar movimento em 4 a 6 semanas, enquanto fraturas fixadas cirurgicamente permitem reabilitação mais precoce, com ganho progressivo de força ao longo de 3 a 6 meses.