Encondroma na Mão — Tumor Ósseo Benigno | Tratamento em São Paulo

Raio-X de encondroma: lesão clara dentro do osso da ponta do dedo, de frente e de perfil, com fratura
Raio-X de encondroma: lesão clara dentro do osso da ponta do dedo, de frente e de perfil, com fratura — Fonte: Hellerhoff / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0 (adaptada)

O encondroma é o tumor ósseo mais comum da mão, responsável por 90% dos tumores ósseos nessa região. É benigno e tratável com curetagem e enxerto ósseo. Dr. Marcelo Teixeira é especialista em cirurgia da mão com formação UNIFESP.

Raio-X de encondroma na base da falange proximal do dedo indicador, de frente e de perfil
Encondroma na falange proximal: área clara e bem delimitada dentro do osso — Fonte: Hellerhoff / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0 (adaptada)

Sintomas

  • Fratura patológica — Quebra do dedo com esforço mínimo
  • Inchaço localizado — Aumento de volume em um dedo
  • Dor no dedo — Relacionada ao crescimento ou microfissura
  • Descoberta acidental — Achado em raio-X feito por outro motivo

Tratamento

  1. Observação — Lesões assintomáticas e estáveis
  2. Curetagem com enxerto ósseo — Tratamento padrão com ~10% de recorrência. 81% recuperam movimento completo.

Agende pelo WhatsApp: (11) 94799-1472.

Perguntas frequentes

Encondroma na mão é câncer?
Não. O encondroma é um tumor ósseo benigno, formado por cartilagem, e responde por cerca de 90% dos tumores ósseos da mão. A transformação maligna é rara em lesões isoladas da mão. Ainda assim, crescimento rápido, dor sem trauma ou alterações no raio-X exigem reavaliação com o especialista.
Encondroma sempre precisa ser operado?
Não. Lesões pequenas, assintomáticas e estáveis podem ser apenas acompanhadas com raio-X periódico. A cirurgia é indicada quando há dor, risco de fratura patológica, fratura já ocorrida ou crescimento da lesão.
Como é a cirurgia de encondroma e qual a chance de voltar?
O tratamento padrão é a curetagem da lesão com preenchimento por enxerto ósseo. A taxa de recorrência é de cerca de 10% e aproximadamente 81% dos pacientes recuperam movimento completo do dedo.

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